sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Seiun Sentai Uniranger - Capítulo 10


Data Timming... Inciando transmissão...
Ino decide confessar seus sentimentos por Yuusuke, mas o rapaz aparece ao lado de Miya e pede que Ino mostre a ela de verdade como é um Shopping. Contrariada, Ino passeia pelo Shopping no centro da cidade com Miya que tenta conversar a respeito. A Imperatriz Diiruma se aproveita da ocasião para atraí-las a uma armadilha e as duas são aprisionadas em um lugar repleto de espelhos pela TechnoMonstro Makeappu. Elas são salvas por Seiun Mars e ambas derrotam a vilã.
Data Timming... Fim da transmissão...

As coisas haviam começado nada bem para os nossos heróis naquela manhã. A cidade havia sido atacada por Kororu e os soldados Dollers. Os Unirangers aparecem transformados e prontos para enfrenta-lo. Eles trocavam golpes básicos contra os soldados enquanto Seiun Mars partia pra cima do general do Império Brazillo.
- Fico realmente contente que tenham aparecido, Seiun Mars! – diz o vilão. – Eu queria mesmo enfrenta-los uma vez mais.
- Não pense que será como da última vez, Kororu! Vamos começar acabando com você aqui mesmo! – dizia SeiunMars.
- Insolente! – Kororu se enfezava. – Farei com que coma a própria língua!
Kororu empurra SeiunMars para trás e parte pra cima com sua espada. O herói do planeta Marte invoca sua arma, a Mars Blazer e começa a disparar contra o vilão que rebate os ataques com sua espada enquanto ia pra cima dele. Seiun Mars coloca sua arma em Blade Mode e os dois começam a duelar. Seiun Venus acertava alguns Dollers com socos e chutes enquanto via aquilo.
- O que esse idiota está fazendo? – indagava a heroína.
- Esse é o Yuusuke, não consegue levar nada a sério. – respondia SeiunSaturn.
- Unirangers... Chamando Unirangers... – dizia a voz de Krinus saindo no Uni-Maker em seus pulsos.
- O que foi, Krinus? – perguntava SeiunJupiter enquanto acertava um Doller bem no estomago. – Estamos meio ocupados aqui.
- Vocês precisam voltar urgente! – dizia o robô. – É de extrema importância!
Os heróis estranham aquilo, afinal, o que poderia ser mais importante do que impedir o ataque de Brazillo no momento? Mesmo não concordando muito, os heróis abandonam a luta e retornam para a UniShip.
- O que é tão urgente assim? – indagava Yuusuke. – Eu estava para acabar com Kororu!
- Não se preocupe, Sr.Yuusuke. – tranquilizava Krinus. – O senhor poderá apanhar de Kororu de novo.
- Ei! – Yuusuke dizia incomodado com as palavras do robô. – Eu não estava apanhando, no máximo estávamos pau a pau, ok?
- Por favor, Krinus. – interrompia Miya. – O que houve de tão importante assim?
- Uma mensagem vinda do espaço, Srta.Miya. – respondia o robô virando-se para Ino em seguida. – Uma mensagem de sua mãe, Srta.Ino.
- M-Minha mãe? – Ino dizia sem conseguir acreditar.
   
Os grandes protetores do universo! Os Guerreiros escolhidos para defender a justiça em todos os planetas... Eles são... Seiun Sentai Uniranger!
Abertura: https://youtu.be/qLuMlTgRlXw


Launch 10 – O pedido vindo do espaço

- Essa é uma mensagem minha para os salvadores de todo o universo, o Seiun Sentai Uniranger. – dizia a mãe de Ino através de uma vídeo-mensagem. A mãe de Ino era linda. De cabelos longos e lisos, castanhos escuro. Mal parecia ter envelhecido. Ela usava uma roupa toda preta e parecia bastante suja e ferida. – Fui aprisionada por um Caçador Espacial chamado Hellmer. Ele mantém a mim e mais alguns presos como seus escravos. Por favor, nos salvem! Por favor!
- Doutora... – uma voz de fundo e um pouco falha a alertava. – Eles estão chegando, temos de ir!
- Ino, minha filha, por favor! – ela dizia um segundo antes da mensagem se encerrar.
- Mamãe! – Ino dizia desesperada tocando o telão da nave. Ela chorava.
- Calma, Ino-chan. – diz Yuusuke tocando o ombro da amiga. – O mais importante é que agora sabemos que sua mãe conseguiu voltar.
- Isso mesmo. – dizia Kenshin tentando confortá-la também. – Vamos salvá-la.
- Krinus, consegue descobrir de onde veio a mensagem? – perguntava Miya.
- Eu já fiz isso, Srta.Miya. – diz o robô. – Ela veio do planeta Saffar, localizado em M31.
- M31? – indagava Yuusuke. - O que estamos esperando então? Bora nessa!
- Não é bem assim, Yuusuke. – cortava Miya. – O Império Brazillo vai se aproveitar da situação para dominar a Terra se formos todos.
- O que sugere então? – ele perguntava. – Que fiquemos aqui?
-Vamos nos dividir. – sugeria Ino. – Eu e mais alguém vamos, o restante fica aqui protegendo a Terra.
- Hm... Essa é uma boa ideia, realmente. – Miya dizia com a mão no queixo.
- Beleza, eu vou com você então Ino-chan.
- Não acho que isso seja uma boa ideia. – retrucava a Uniana imediatamente.
- O quê? – Yuusuke ficava indignado. – Mas, porquê?
- Você é indisciplinado e pode por tudo a perder querendo resolver as coisas no braço. – ela o respondia.
- Sua sinceridade é impressionante... – ele comentava chateado. – Mas isso não passa de bobagem! Eu vou me comportar! Diga a eles, Kenshin!
- Er... Desculpa, Yuusuke-kun. – Kenshin dizia. – Mas eu concordo com eles nessa.
- Quê?! –Yuusuke era pego de surpresa. – Até tu, brutus?!
- Eu vou. – dizia Takato.
- Sério mesmo? – Ino perguntava surpresa.
- Sim. Quando eu cheguei à cidade e entrei pra banda, sua mãe foi a primeira a me acolher e me dar uma força, Ino. – Takato explicava. – Eu devo muito a ela.
- Ta-Takato-kun... – Ino não podia acreditar naquilo. – Eu não fazia ideia.
- Fala aí, você só quer salvar a mãe da Ino porque ela é lindona, né não? – Yuusuke cutucava Takato e falava baixinho. – Danadão!
- UMA COISA NÃO TEM NADA A VER COM A OUTRA! – Takato gritava enfezado com o herói. – NÃO DIGA BESTEIRAS!
- Caham! – pigarreava o robô imitando os humanos quando queriam chamar a atenção, o que deixava os dois espantados. – Sr.Takato, Srta.Ino, me acompanhem.
Os dois vestem trajes espaciais preparados para a viagem. Eles então se despedem dos outros e adentram seus mechas.
- Agora lembrem-se. – dizia Miya pelo comunicador dos mechas. – Essa é uma missão de resgate, não tentem vencer o inimigo sozinhos. A ideia é entrarem, resgatar a Dra.Konami e voltar à Terra sem despertar a atenção do inimigo.
- Você fala como se fosse fácil. – dizia Takato acionando seu mecha.
Os dois mechas levantam voo no que a comporta da UniShip se abre. O BlackFighter estava acoplado ao Blue Craft quando os dois rumavam para fora do planeta Terra. Tudo parecia calmo no trajeto.
- Ino. – Takato dizia pelo comunicador. – Está tudo bem aí?
- Sim. – ela respondia com um tom de nervosismo. – Acho que sim.
- O que houve? Sente alguma coisa? Enjoo? Krinus disse que poderíamos sentir um pouco de enjoo.
- Não é isso. – Ino dizia. – É que tem tanto tempo que não vejo minha mãe. Eu era apenas uma garotinha.
- Heh. – Takato sorria, mesmo que Ino não pudesse ver. – Eu sei bem como é. Sinto falta da minha mãe também.
- Takato-kun. – Ino o cortava. – Será que minha mãe ainda... Ainda...? – ela perguntava não querendo concluir.
- Não se preocupe. – Takato a interrompe de imediato. – A Sra.Konami sempre foi muito forte e nunca deixou que nada a impedisse quando enfiava algo na cabeça. Ela está bem, tenho certeza disso.
- Obrigada. – Ino dava um sorriso de tranquilidade. – Muito obrigada mesmo por ter vindo comigo, Takato-kun.
- Você não tem que agradecer. – Takato dizia com um sorriso no rosto. No fundo, ele gostara de ouvir aquilo. – Pode contar sempre comigo, I-no-tcharam!
Fazia um tempo que Ino não ouvia aquilo. Takato sempre a chamava assim quando estavam os dois sozinhos, ele tentava se fazer de durão quando estava perto de Kenshin e Yuusuke, mas sempre mostrou seu verdadeiro eu para Ino quando sozinhos. Ela ficara contente que ele continuava o mesmo Takato de sempre, mesmo com tudo o que já haviam passado como Uniranger. Na UniShip, os nossos heróis pareciam nervosos. Kenshin andava de um lado para o outro.
- Será que eles vão conseguir? – ele perguntava para Yuusuke.
- Droga! – ele dizia socando o próprio punho. – Eu só queria ter ido no lugar do Takato... Ia descer a lenha nesse tal Hellmer aí.
- Vocês dois, calem a boca. – Miya estava sentada de braços cruzados. – Os dois são mais do que capazes. Vai dar tudo certo, eu confio neles. - Ela tentava esconder o nervosismo e a dúvida.
Após acelerarem a viagem, Takato e Ino finalmente chegam no planeta Saffar. Eles entram na órbita do planeta e pousam finalmente. Eles saíam dos mechas já transformados pois sabiam que era o único jeito de sobreviverem à atmosfera do planeta. Saffar parecia um grande deserto. Ao olharem em volta eles viam uma areia que mais parecia uma lava de tão quente que era. Os dois estavam quase derretendo em seus uniformes. Ao mesmo tempo, se olhassem para atrás, podiam ver uma neblina de gelo a quilômetros de distancia de onde estavam. Mais para o leste, um céu enegrecido por tempestade. Parecia uma verdadeira mistura de caos.
- Então esse é o planeta Saffar... – diz SeiunSaturn. – Tenho que admitir, ele é incrível. Você está pronta pra resgatar sua mãe?
- Sim. – SeiunMercury respondia um tanto nervosa. – Vamos lá.
Eles ameaçavam avançar quando dois monstros saiam da areia. Esses monstros pareciam usar um tipo de roupa especial que, segundo a analise mostrada nos capacetes dos nossos heróis era compatível com a temperatura e a atmosfera do planeta. As duas criaturas tinham cabeças de lagartos que podiam ser vistas pelos capacetes transparentes. Elas partem pra cima dos nossos heróis que desviam da investida.
- Esperem, nós viemos em paz! – diz SeiunSaturn tentando evitar a luta. – Não queremos briga!
- Que pena... – diz uma das criaturas olhando para a outra.
- É... Por que nós queremos! – dizia a outra partindo pra cima dos dois novamente.
Saturn e Mercury se defendem dos golpes que não pareciam cessar tão cedo. Os dois então ativam suas SeiunKen.
- Porque estão fazendo isso? – perguntava SeiunMercury enquanto segurava um dos golpes.
- O deserto escaldante de Saffar é o nosso território. – dizia um dos homens lagartos.
- Aqueles que invadem o nosso território devem morrer! – completava o outro.
- Não vão mesmo nos deixar passar sem uma briga, não é mesmo? – diz SeiunSaturn.
- Não! – respondem os dois homens lagartos em uníssono.
Vendo que não tinham para onde correr, os dois Uniranger desistem de se segurar e desferem um ataque com as SeiunKen ao mesmo tempo. Os dois seres se afastam e então Saturn surge no ar desferindo um soco duplo em ambos. Mercury aparece em seguida deslizando pela areia e segurando sua SeiunLaser. Os dois olham pra baixo e a veem. Em seguida, Mercury dispara contra eles que caem derrotados no chão.
- Se Yuusuke estivesse aqui ia dizer que os dois foram “mamão com açúcar”. – comentava Takato ao terminar de se vestir com as roupas dos lagartos. – Porque eu disse isso?
Ino ria. Os dois se sentiam mais aliviados por conseguirem respirar e não se sentirem sufocados com a temperatura daquele deserto. Eles rumam seguindo as coordenadas passadas por Krinus até finalmente verem a nave do Caçador Espacial. Era uma nave enorme. Ao adentrarem, eles avistam alguns Bosers, os mesmos soldados dos Piratas Espaciais.
- Até aqui esses caras existem? – indagava Takato. – Achei que só os Piratas Espaciais de Zugaikomen possuíam Bosers.
- Ele deve ter comprado com o mesmo fabricante. – brincava Ino tentando conter sua ansiedade.
Takato nota e então segura a mão da garota com força como quem dissesse que iria dar tudo certo. Ino entende e então abre um sorriso. Os dois apertam um botão na lateral do capacete que começa a escurecer escondendo seus rostos. Eles passam pelos Bosers ali os cumprimentando. Takato se via aliviado, ele nunca pensara que fosse ser tão fácil enganar os soldados. Os dois começam a vasculhar a nave o que levou algumas horas.
- Ei, aqui! – diz Takato chamando Ino sem chamar a atenção de outros. Ino se aproxima e vê sua mãe dentro de um quarto, presa por correntes e desmaiada no chão, toda machucada. – Sra.Konami! – Takato gritava baixo tentando chamar sua atenção. – Sra.Konami!
A doutora abre os olhos lentamente ao ouvir seu nome. Ela olha para a porta e vê um capacete camuflado.
- Não! – ela gritava desesperada. – Por favor! Me deixem em paz!
- Takato-kun. – diz Ino. – O que foi que fizeram com ela?
- Ino, calma. – Takato tentava tranquiliza-la. Ele então ativa sua SeiunKen e a desfere contra a tranca da porta que finalmente se abre.
Os dois entram e se aproximam da doutora que começa a gritar desesperada até que de repente Takato tampa sua boca com a mão.
- Sra.Konami, pare de gritar. – ele diz tirando parte da camuflagem permitindo que ela visse seu rosto. – Sou eu, Takato. – ele dizia. – A senhora se lembra de mim?
- Ta-Takato? – ela parecia puxar pela memória. – Sim! Sim! Takato! Se você está aqui então você só pode ser... – ela se virava para Ino.
A garota não aguenta e tira a camuflagem por completo. Ino chorava de felicidade em ver sua mãe. Ela a abraça forte por um momento até que Takato as lembra que precisam fugir dali o quanto antes. Os dois usam suas SeiunKen para quebrar as correntes que prendiam a doutora e então correm pra fora da prisão.
- Esperem! – a doutora dizia. – Por favor, esperem!
- Mãe, o que foi? – perguntava Ino preocupada.
- Eu preciso salvá-lo. – ela dizia não fazendo sentido algum para os dois. – Vocês precisam me ajudar!
- Salvá-lo? – indagava Ino. – De quem está falando?
- Do rapaz que me ajudou a mandar a mensagem pra vocês. – explicava a doutora. – ele está preso logo ali.
- Pensando bem, na mensagem a gente conseguiu ouvir uma outra voz realmente. – comentava Ino.
- Não há tempo pra isso. – interrompia Takato. – Nós precisamos ir antes que nos descubram.
- Takato-kun, esse rapaz ajudou minha mãe a pedir socorro. – diz Ino. – Não podemos deixa-lo aqui.
- Grr... Tá bom, mas vamos logo! – ele dizia não gostando nada daquilo.
Os três correm guiados pela Dra.Konami. Lá eles avistam alguém que não podia ser dito como um rapaz exatamente. Seu rosto era similar ao de um Morcego e levemente amarelado. O corpo era revestido por muito pelo. Estava apenas com uma calça. Abaixo dos olhos, haviam pequenos cristais de coloração roxeada. Eles quebram a tranca da porta da mesma forma que haviam feito com a doutora assustando o “rapaz”.
- Doutora? – diz ele. – O que está havendo aqui? Quem são esses?
- São aqueles de quem lhe falei. – ela dizia. – Os Uniranger.
- U-Uniranger? – diz ele parecendo contente e esperançoso.
- Vem. – dizia Ino – Vamos te tirar daqui!
Ela olha para Takato que assentia com a cabeça. Os dois então quebram as correntes que o mantinham preso e o ajudam a se levantar. Eles reparam que na lateral de seu corpo haviam marcas de queimadura e começam a imaginar que talvez tivessem lhe arrancado as asas, já que ele parecia muito com um morcego. Eles saem do quarto e caminham pelo corredor tentando não serem vistos, porém, acabam esbarrando com Bosers que os olham. Eles ficam se encarando por alguns segundos até que os Bosers finalmente os atacam. Os quatro conseguem desviar e então Takato se transforma em SeiunSaturn  e, junto com Kiriba, parte pra cima dos soldados os segurando.
- Ino! – diz o herói. – Pegue sua mãe e fuja daqui!
- Mas, Takato-kun! – dizia Ino.
- Não se preocupe! – ele a cortava. – Vá logo de uma vez!
- Por favor, venha com a gente! – dizia a doutora para o rapaz. – Você já sofreu demais!
- Está tudo bem. – diz o rapaz a olhando de canto. – Eu devia ter morrido com o meu planeta, doutora. Morrer aqui lhe ajudando será uma honra. Vá, por favor!
Ino puxava a mãe que ainda insistia com o rapaz. Os dois voltavam sua atenção para os Bosers no que o alarme da nave soava. Takato sabia que àquela altura já não havia mais escapatória e ele teria de lutar realmente. As duas saem correndo dali com Ino transformada e acertando Bosers pelo caminho. Elas finalmente conseguem sair da nave e correm o mais rápido o possível até que a heroína finalmente achava uma brecha pra conversar com sua mãe.
- Mamãe, o que houve? – ela perguntava. – Onde está Rion? Ele conseguiu? O futuro foi modificado?
- Era o que eu queria saber. – dizia a doutora. – A respeito de Rion, quero dizer. O futuro foi modificado, houve paz. Mas Rion... – a doutora hesitava. – Rion nunca retornou.
- Como é?! – Mercury ficava surpresa com aquilo. – Mas depois que ele nos ajudou ele entrou em sua nave e disse que iria voltar...
- Mas infelizmente isso nunca aconteceu. – explicava a mãe de Ino. – Rion nunca voltou. Quando percebi que ele não iria voltar, decidi recriar a máquina do tempo e retornar a essa época, a minha época. Porém, algo deu errado e eu acabei parando no espaço ao invés da Terra. Eu vi aquele rapaz flutuando em uma espécie de bolha pelo espaço e o resgatei, mas nós acabamos sendo sequestrados por Hellmer.
- Esse tal Hellmer, quem é ele? – indagava Mercury.
- Sou eu. – dizia uma voz forte e imponente.
As duas olham em direção à voz e avistam um monstro alto e musculoso. Parte de seu peitoral e o braço esquerdo eram de um esqueleto revestido por metal. O restante era vermelho com uma pelugem esverdeada. Seu rosto era apavorante e avermelhado com um moicano verde na cabeça.
- Sou o Caçador Espacial Hellmer! – ele se apresentava. – O troglodita de toda a Galáxia Andromeda! Viajo pelo Universo caçando os maiores tesouros, pego os fracos e os faço meus escravos!
- Então foi você quem sequestrou minha mãe, não foi?! – dizia Mercury indignada. – Não vou te perdoar!
- Não seja idiota, já passou da hora de criança ir dormir... – ele fazia pouco caso.
- Como é?! – ela diz partindo pra cima do vilão que se defendia dos ataques com facilidade.
- Ino! Pare com isso!
- Ouça sua mãe, garota! – diz o vilão enquanto defendia os ataques desferidos por ela. – Você não tem a menor chance contra mim! Fui criado nessas areias escaldantes, elas me alimentam e me tornam mais forte!
O vilão agarra o pescoço de SeiunMercury e então a puxa o apertando. A heroína começava a sufocar enquanto se debatia tentando livrar-se. A doutora se vê desesperada e então se joga aos pés de Hellmer.
- Por favor... – ela dizia chorando e se humilhando. – Poupe minha filha!
- Hahahahaha! – ele ria sadicamente. – Como eu gosto disso! Os fracos implorando por clemencia! Hahahahahhaha
O vilão pisa na cabeça da doutora a empurrando contra o chão. Ele ria descontroladamente ao fazer aquilo enquanto segurava o pescoço de Mercury que sentia que iria perder a consciência em breve.
- Acha mesmo que irei poupar pessoas fracas como vocês duas?! Idiota! Vão morrer as duas e será agora!!!
O vilão preparava-se quando é atingido por tiros da SeiunLaser de SeiunSaturn. O rapaz saltava mordendo a jugular de Hellmer que acaba soltando Mercury e se afastando da doutora. O vilão dá um tapa no alien morcego que cai em pé ao lado dos heróis.
- A senhora está bem, doutora? – ele perguntava à mãe de Ino.
- Ino, e você? – perguntava nosso herói para a heroína que colocava a mão na garganta.
- Malditos! – dizia o vilão. – Me pegaram desprevenido, mas isso não ficará assim! Acabarei com todos!!!
- Você tem certeza? – diz o alien morcego mostrando o que parecia ser um detonador. – Há muito tempo que planejo explodir essa sua nave desgraçada! – ele dizia com ódio. – Esse tempo todo eu plantei bombas na nave na surdina, apenas esperando o momento certo!
- C-Como é?! – dizia o vilão surpreso e temeroso.
- E então? – dizia Saturn se aproveitando da situação. – Vai nos deixar ir ou prefere ver sua nave explodindo?
- Seria vergonhoso um Caçador Espacial sem sua nave... – dizia o alien morcego.
Hellmer parecia indeciso sobre o que fazer. Ele cerrava os punhos de ódio abaixando a guarda em seguida.
- Muito bem. – dizia o vilão. – Muito bem jogado... Podem ir. – ele fazia um gesto os convidando a passar. – Vocês venceram por hora. Mas podem acreditar, eu irei atrás de vocês e os farei pagar por essa humilhação!
- Esperaremos ansiosos. – diz o alien morcego pegando a doutora pelo braço assim como SeiunSaturn fazia com SeiunMercury.
Os nossos heróis correm de lá o mais rápido que conseguiam e adentram seus mechas partindo do planeta Saffar. Horas se passaram e já era outro dia quando os nossos heróis finalmente retornam à Terra. Eles são recepcionados por Kenshin e Yuusuke que se viam felizes por vê-los novamente.
- Como estão as coisas aqui? – perguntava Takato.
- Tudo tranquilo, infelizmente. – dizia Yuusuke triste de verdade.
- O importante é que vocês retornaram com a doutora são e salvos e ainda trouxeram mais alguém. – dizia Kenshin referindo-se ao alien morcego.
- Ele ajudou minha mãe. – dizia Ino ainda com um pouco de dificuldade pelo machucado na garganta. – Não podíamos abandona-lo.
- Obrigado por me receberem. – o alien dizia. – Eu sou...
Antes que pudesse completar a frase, um barulho atrás deles chamava a atenção de todos. Era Miya que havia entrado com Krinus e deixado cair uma bandeja de metal que carregava um bolo. Ela não conseguia acreditar no que via.
- Ki-Kiriba... – dizia a Uniana tremendo de nervoso. – É você mesmo?
Continua...

Pessoal! É hora do Quiz planetário!
A porta da sala de comando da UniShip se abre, Krinus teclava rapidamente no computador. A câmera se aproxima dele.
- Olá! O que acharam do episódio de hoje? Ino parece muito feliz com sua mãe de volta. – dizia o robô. - O episódio de hoje se passou em outro planeta localizado na galáxia de Andrômeda, vizinha a nós. – Ele apontava para o telão que mostrava uma imagem do planeta. - No episódio foi mostrado que o planeta Saffar possui climas variados em cantos diferentes. Isso é verdade?

Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=1gRdGs1kIzg

Pessoal! É hora do quiz planetário!
- Oh, olá de novo! – dizia Krinus. – E então? Descobriram? Bom, a resposta é: Sim. Porém, não exatamente como mostrado. O Planeta Saffar realmente possui climas diferentes em suas extremidades, porém, eles estão ligados ao dia e à noite. Os cientistas verificaram que Upsilon Andromedae b tem diferenças de temperaturas extremamente elevadas: na face virada para o seu sol atinge 1527 graus e na face oposta a temperatura é de 123 graus negativos. Bom, por hoje é só, mas fiquem aí e vejam o que vem a seguir!

Atention! Atention! A nave já vai partir!
Enquanto Ino se vê completa ao se reencontrar com a mãe, Miya se vê surpresa ao descobrir que Kiriba, outro Uniano e sua paixão estava vivo. Hellmer, o novo vilão, recebe a ajuda do Império Brazillo. Launch 11 – O rapaz que veio de Plutão


Caçador Espacial Hellmer
Bosers
Kiriba
Dra.Konami
 

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